CASA CELEIRO // Projecto de Reabilitação

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Pré-Existência
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Obra Concluída
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3D
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FICHA TÉCNICA

Projecto: Casa Celeiro

Localização: Monte Real, Portugal

Programa: Reabilitação de Edifício de Habitação Unifamiliar / Celeiro

Área: 209m²

Fase de Projecto Actual: Concluído

Ano: 2014-2014

PRÉMIOS

PNAM15 - Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira - Menção Honrosa para "Incorporação significativa e inovadora de Derivados de Madeira"

MOBIS2015 - Revista Mobiliário em Notícia - Nomeação para Prémio MOBIS 2015

ARCHILOVERS 2015 - Nomeado para Prémio Archilovers Best Project 2015

FOTOGRAFIA

João Morgado

MEMÓRIA DESCRITIVA

Este projecto teve como desafio a recuperação de uma casa com 50 anos – metade habitação, metade celeiro. Pretendeu-se manter as memórias existentes num espaço que, outrora, foi palco de tão variadas vivências – histórias rurais misturadas com histórias de jovens de uma época controversa. Na presença de um espaço tão especial, como o celeiro, optou-se por protegê-lo e elegê-lo como protagonista da nova habitação de uma jovem família em crescimento. Um único, novo, elemento é inserido neste espaço, quase como se de uma peça de mobiliário se tratasse, ideia essa, acentuada pela sua própria materialidade – OSB pintado. Com um orçamento bastante reduzido, foi essencial criar um elemento compacto, que concentrasse todas as novas funções – cozinha, instalações sanitárias, arrumos e escadas. Esta peça de mobiliário tornou-se fundamental na compartimentação de toda a área social do piso inferior, dividindo o espaço entre zona de entrada, zona de estar, zona de refeições e cozinha. O piso superior, que servira, noutros tempos, para a secagem dos cereais, funciona agora como um espaço de retiro e de trabalho que se debruça sobre uma sala ampla. Em termos de materialidade, o objectivo foi o de criar um ambiente acolhedor. A madeira tornou-se, assim, no actor principal de todo este enredo. Presente na estrutura da cobertura, que é recuperada, pintada e assumida; presente no pavimento, que é revestido por tábuas de cerne de pinho, de 7x70cm, dando continuidade ao pavimento pré-existente nos quartos (tacos da mesma madeira);e presente no novo elemento central, que é revestido com OSB (aglomerado de partículas de madeira longas e orientadas). A escolha deste último material permitiu, não só, o reforço estrutural das paredes, mas também, devido às suas características, um uso extremamente versátil, tendo sido aplicado na execução das portas, na elaboração do mobiliário de cozinha e arrumos e no revestimento de escadas e pavimento – enfatizando o conceito de peça de mobiliário, inicialmente desejado.